Grátis, sem registo, sem endereço de e-mail. Podes adaptar os dois ficheiros e partilhá-los no teu estabelecimento.
O que tem o modelo
A maioria dos modelos de lista de encomendas que se encontram na internet são formulários de encomenda genéricos, com código de artigo e coluna de preço. Numa cozinha, isso ajuda pouco. Por isso, este modelo está organizado da forma como uma cozinha encomenda de facto:
- Organizado por categorias. Frutas e legumes, carne, peixe, laticínios e ovos, mercearia seca, congelados, bebidas, não alimentar. No PDF, cada categoria tem o seu bloco fixo; no Excel escolhes a categoria em cada linha e ordenas por ela.
- Unidade numa coluna própria. Quilo, caixa, molho, garrafão. Sem unidade, «3 natas» passa depressa a ser a quantidade errada.
- Quem registou, em cada linha. Ao lado de cada artigo fica o nome de quem o escreveu. Se a quantidade não for clara, sabes a quem perguntar.
- Estado da encomenda. Em aberto, encomendado ou entregue. Na receção da mercadoria vês logo o que ainda falta. No PDF é um quadrado para assinalar.
- Espaço para o representante. O PDF tem, no fundo de cada página, um campo de notas para pedidos especiais e dúvidas.
| Categoria | Artigo | Unidade | Quantidade | Fornecedor | Registado por | Estado |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Frutas e legumes | Tomate cacho | Caixa | 2 | Frutas Silva | Tiago | encomendado |
| Frutas e legumes | Coentros | Molho | 6 | Frutas Silva | Inês | em aberto |
| Carne | Lombo de novilho | kg | 4 | Talho Ferreira | Chef | encomendado |
| Laticínios e ovos | Natas 35 % | Litro | 12 | Distribuidora Norte | Inês | entregue |
Porquê por categorias e não por ordem alfabética? Porque é assim que o teu fornecedor pensa. A frutaria quer ver as linhas de legumes, o talho as suas. Um clique na seta de «Categoria» ordena a lista, e na visita do representante lês simplesmente um bloco, em vez de saltares entre cebolas, limões e açúcar.
Como usar a lista de encomendas no dia a dia da cozinha
Descarregar um modelo é rápido. Se ele vai ser mesmo usado no estabelecimento, isso decide-se em quatro pormenores:
- Um sítio fixo, não três. A lista fica num ponto por onde todos passam todos os dias, normalmente a porta da câmara frigorífica ou o passe. Três folhas em três portas voltam a ser o caos dos papelinhos.
- Prender uma caneta. Parece banal, mas é a razão mais comum para nada ser escrito. Quem tem de ir procurar uma caneta deixa «para mais tarde» e esquece-se.
- Escrever logo, não no fim do turno. O momento em que tiras a última caixa de tomate da prateleira é o único em que tens a certeza de te lembrares.
- Dias de encomenda fixos. Escreve no topo quando vem cada fornecedor. Assim a equipa sabe até quando as necessidades têm de estar na lista.
Antes de encomendar, o chef de cozinha percorre a lista, confirma as quantidades e acrescenta o que a equipa deixou passar. Como organizar bem este processo está explicado em detalhe no guia sobre a gestão de encomendas na restauração.
Onde o papel e o Excel chegam ao limite
Para saberes ao que vais: este modelo resolve muito bem o problema do formato. O problema da equipa, não. Quando na tua cozinha não é uma, mas cinco pessoas a comunicar necessidades, no dia a dia acontece isto:
- A lista impressa está num só sítio. As necessidades surgem em todo o lado: na câmara frigorífica, no passe, no armazém de secos.
- O Excel está no computador do escritório. Entre dois serviços, com as mãos molhadas, ninguém abre uma folha de cálculo.
- A letra é ilegível, há linhas repetidas e, no fim, o chef de cozinha passa tudo a limpo outra vez.
- Em brigadas com várias línguas, um escreve «tomate», outro «pomodori». No papel, isso dá duas encomendas.
- Depois da encomenda, a lista fica vazia. O que foi encomendado, quando, a quem e a que preço, já ninguém sabe.
A alternativa: uma lista de encomenda partilhada numa app
É exatamente aqui que entra a Pelican. Em vez de um ficheiro, há uma lista partilhada onde escreve toda a equipa de cozinha, cada um no seu telemóvel, no momento em que repara na falta. O mais rápido é por voz: «duas caixas de tomate cacho, dez quilos de farinha». A Pelican reconhece o artigo, a quantidade e a unidade, coloca-o automaticamente na categoria certa e acrescenta o nome de quem o registou.
Cada um fala na sua língua. Tomate, pomodoro e tomatoes ficam na lista como uma só entrada, não três. O chef de cozinha revê, completa e aprova. Na visita do representante marca-se em vez de se passar a limpo, e o histórico de encomendas fica guardado para sempre. Exatamente as colunas deste modelo, só que se preenchem sozinhas.
Quando o papel chega ao limite
A Pelican recolhe as necessidades da tua cozinha, organizadas automaticamente, em qualquer língua. Funciona nos telemóveis que já têm. Experimenta 30 dias grátis.
Criar estabelecimento e experimentar 30 dias grátisPerguntas frequentes sobre a lista de encomendas
O que deve ter uma lista de encomendas na restauração?
O artigo com um nome inequívoco, a quantidade com unidade, o fornecedor, o nome de quem fez o registo e um campo para assinalar na entrega. A organização por categorias é o que transforma a lista numa ferramenta de trabalho, porque cada fornecedor só vê o seu bloco.
O modelo é mesmo gratuito?
Sim. Os modelos em Excel e PDF são gratuitos, sem registo e sem endereço de e-mail. Podes usá-los quantas vezes quiseres, adaptá-los ao teu estabelecimento e passá-los a colegas.
Excel ou PDF: o que é melhor para a cozinha?
O PDF, se a lista ficar impressa na porta da câmara frigorífica e cada um escrever à mão. O Excel, se for uma pessoa a manter a lista de forma centralizada: aí podes ordená-la e filtrá-la por categoria ou fornecedor, e a tabela cresce sozinha à medida que escreves. Assim que várias pessoas comunicam necessidades ao mesmo tempo, ambos chegam ao limite, e uma app partilhada passa a ser a melhor escolha.
Com que frequência se deve encomendar na restauração?
Depende da categoria. Os frescos, como legumes, carne e peixe, costumam ser encomendados duas a três vezes por semana ou todos os dias; a mercearia seca, os congelados e o material não alimentar, normalmente uma vez por semana. Mais importante do que a frequência são os dias de encomenda fixos por fornecedor, pelos quais toda a equipa se orienta.
Como funciona uma lista de encomendas digital para toda a equipa?
Em vez de um ficheiro, há uma lista partilhada onde cada um escreve a partir do seu telemóvel, e o mais rápido é por voz. A Pelican reconhece o artigo, a quantidade e a unidade, organiza por categoria e acrescenta o nome. O chef de cozinha aprova e o histórico de encomendas fica guardado. O que importa na escolha está no guia sobre ferramentas.
Faz parte do guia completo: Compras na restauração. Aí encontras as seis etapas do processo de compra numa só visão.